ON THE ROAD: O que fazer em Fortaleza?

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Como vocês sabem no mês de janeiro fui para Fortaleza no Ceará, uma viagem pela CVC e vou contar aqui no Coconut cada detalhe da trip para vocês. Sobre o que valeu a pena e o que não faria novamente nem de graça. Bom, minha irmã e eu fechamos tudo pela CVC e apenas os passeios decidimos fechar quando chegássemos no hotel. De São Paulo para Fortaleza levamos três horas e a CVC não selecionou nossos lugares corretamente e viemos separadas durante quase todo o voo, por sorte faltando uma hora para desembarcar um senhor muito simpático trocou com a gente. Em Fortaleza o guia estava esperando por nós e por outras 30 pessoas. Pegamos um ônibus de viagem com ar condicionado até o hotel. Ficamos no Mareiro em frente a praia do Meireles que segundo os guias não é própria para banho. No dia seguinte ganhamos um tour pela cidade e fizemos uma parada no centro turístico da cidade (antiga cadeia pública) durante uma hora e aproveitamos para fechar os passeios pela CVC:

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O forte lá são os trabalhos artesanais, então encontramos de tudo desde panos de prato até blusas maravilhosas super rendadas. E foi nesse local que tem a loja “Grão de Sonho” que contei no blog para vocês que se trata de uma parada obrigatória. Clique aqui para ver! E é onde comprando a melhor castanha da região (segundo o guia da cvc). Depois partimos para a praia de Cumbuco que fica a 37 km de Fortaleza: 

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Em Cumbuco tem passeio de jangada, passeio de bug com e sem emoção e também é possível fazer passeios a cavalo. O sol nessa época do ano nasce tarde, lá pelas onze da manhã e vai embora umas 15:30. E são nesses horários que chegamos e partimos de todas as praias independente da distâncias percorrida. Além do sol não durar muito, a maré sobe muito rápido e toma a maioria das praias. É um mar turvo e bem bravo. Fizemos o passeio de bug co emoção, gente, achei extremamente perigoso e não faria novamente. Custa por pessoa R$50. Durante o passeio de bug fazemos uma parada para fazer skibunda que custa R$10. Lembrando que tudo é pago em dinheiro, não aceitam cartão de crédito ou débito para pagar os passeios. Mas dentro dos quiosques tem máquininha para pagar o almoço e as bebidas. 

Passeio a cavalo custa R$ 20 por 20 minutos. Estava animada, mas uma galera que estava sentado do nosso lado na areia da praia foi pisoteado por uma menina que não tinha domínio do animal e nem se deu ao trabalho de voltar e pedir desculpas.  A comida nesses quiosques não são boas e o preço é salgado. Minha dica é ir até um mercado e se abastecer de “comidas fechadinhas” (ex: bolacha, salgadinho, refrigerante e etc) para levar para a praia. Deixe para se alimentar no hotel, com certeza é mais seguro e higiênico. 

  • Se você tem problemas nas costas ou de coração, meu conselho é que não faça passeio de bug com emoção;
  • Leve comida na bolsa, evite comer nos quiosques a beira mar;
  • Se você não sabe andar a cavalo, não ande!;
  • Só entre no mar se souber nadar.

No dia seguinte acordamos mais cedo acho que as seis da manhã para ir a Morro Branco, fica no município de Beberibe a 83km de Fortaleza ( transporte: +\- R$60 por pessoa):

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Realmente é a praia mais linda para mim da viagem inteira, Morro Branco foi palco de vários programas de tv como o antigo NO LIMITE e outras novelas globais. Nessa praia é oferecido passeio de bug R$50 e a pé mesmo com o guia por R$20 que sinceramente vale muito mais a pena porque você consegue captar cada detalhe da paisagem. O passeio a pé dura no máximo 50 minutos e quando voltando para o quiosque o mar já tinha tomado conta de quase toda a praia. Não tinha lugar mais para deitar e tomar sol. Ainda era 12:30 e tínhamos que esperar até as 15h para irmos embora. O ponto negativo de passeios em grupo é isso, não podemos ir embora e temos sempre que esperar todo mundo voltar para dentro do ônibus e tem gente que não respeita o horário combinado pelo guia. E Fortaleza é igual São Paulo em questão de trâsito, a partir das 17h é um horror! Levamos duas horas para chegar em Morro Branco e três horas para voltar para o hotel.

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Nesse dia paramos para conhecer o trabalho das rendeiras: 

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É o local ideal para fazer comprinhas e levar lembranças para quem interessa. Minha dica é não levar nada de comida. Comprei cocada e outros doces para meus pais e chegou aqui tudo com cheiro muito estranho. Melhor comprar uma toalha com renda e objetos de decoração.

  • Leve comida na bolsa, evite comer nos quiosques a beira mar;
  • Leve dinheiro para pagar os passeios de bug e para pagar o guia;
  • Nas rendeiras tem maquininha de cartão de débito e crédito; 

No dia seguinte fomos para o Beach Park que fica super pertinho, apenas a 22 km de Fortaleza (transporte: +\- R$40 por pessoa):

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O passeio mais divertido da viagem foi o Beach Park, o parque aquático tem diversas atrações e muitos brinquedos. Ele lembra um Hopi Hari melhorado, alias, bem melhorado. Tem diversos restaurantes dentro e você pode comer sem medo de passar mal. Até mesmo porque não pode entrar com comida de fora. Ficamos o dia inteirinho lá e por mim teria ficamos todos os outros dias no Beach Park. A praia é linda, tem o restaurante Chandon e churrascaria. Valor por pessoa para entrar no parque: R$170. Alimentação e armários são a parte. 

  • É proibido correr no parque;
  • Leve protetor solar e chapéu; 
  • Não leve comida é proibido. 

No dia seguinte fomos para Lagoinha, fica110km de Fortaleza ( transporte:+\-R$ 40 por pessoa)

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Demorados 2h3o para chegar em Lagoinha, acho que foi o dia que acordamos mais cedo. Lagoinha é repleta de pequenas enseadas naturais e mar bem calmo (o único da viagem inteira). Nós escolhemos esse passeio por causa das redes que tem dentro da água e foi uma decepção. Quando chegamos é oferecido um passeio três em um (R$50), primeiro bug entre as pequenas dunas sem emoção, em seguida a escuna para ir até outra praia onde tem as benditas das redes, porém a maré não tinha subido, portanto, as redes eram apenas redes. E o pior foi ter topado fazer passeio de “pau de arará” que passeio chato! Fique ali na praia mesmo tomando um solzinho. Voltamos para a primeira praia e em Lagoinha venta demais quando você percebe o corpo já está enterrado na areia. Voltando de lagoinha as 16h e levamos três horas para chegar ao hotel. 

  • Faça o passeio até a próxima praia e o passeio de pau de arará não é legal; 
  • Fique preparado porque a viagem é longa e o ar condicionando dentro do ônibus é um absurdo de gelado. Leve uma blusa;
  • Todos os ônibus da CVC possuem banheiro;

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Cancelamos os dois últimos passeios, ficamos exaustas por passar mais tempo dentro do ônibus do que na praia mesmo. Aproveitamos para curtir a piscina do hotel e a feirinha que tem na orla da praia de meireles. Esse é assunto para o próximo post. Para finalizar, vale a pena, se hospedar no beach park por 4 ou 5 dias. Alugar um carro para ir até morro branco e para ir na feirinha. Essa seria minha viagem perfeita. Para voltar pra São Paulo acordamos as três da manhã, a CVC passa as 4h45 e depois o ônibus vai passando nos outros hotéis para buscar as outras pessoas. Mais uma vez, a CVC errou nas nossas passagens e iriamos viajar separadas no avião, mas um funcionário conseguiu trocar os assentos e viemos juntas. 

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No próximo post sobre a viagem, vou mostrar a famosa feirinha de artesanato que tem na orla da praia do Meireles. Começas as 17h30 e vai até a meia noite…

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